Aprovados já estão sendo contratados segundo prefeitura

A Prefeitura de Itabuna começou a receber os documentos para a assinatura de contratos pelos aprovados no processo seletivo temporário para as secretarias da Assistência Social e da Saúde. O processo de contratação obedece à ordem de classificação, as vagas existentes e as necessidades do município e prossegue até sexta-feira com os aprovados para a Secretaria da Saúde.

Os contratados para a Secretaria da Assistência Social passarão por treinamento para exercício da função nos serviços e programas da pasta. O secretário José Carlos Trindade explicou que os assistentes sociais e psicólogos terão carga horária diária das 8 às 14 horas, completando às 30 horas semanais legais. Já os demais contratados terão carga horária de 8 horas diárias, de segunda a sexta-feira, completando 40 horas semanais.

A secretária da Administração, Mariana Alcântara, deu boas vindas e desejou boa sorte a todos os aprovados. Para ela, a partir de agora começa uma nova etapa na atual gestão, pois os programas sociais serão mais bem assistidos. “O Município avança com a contratação temporária desse pessoal, principalmente nos departamentos e programas em que estava vulnerável”, explicou.

Ao todo serão contratados 555 funcionários para atender melhor a população nas áreas da Assistência Social e Saúde. Entre os aprovados, a expectativa é muito grande e não falta disposição em desenvolver o trabalho social. A aprovada Adriana Cintra vai atuar no Centro de Referência Especializada para População em Situação de Rua – Centro POP, e declarou que viu total lisura em todas as fases do processo seletivo. “Por não ter conhecimento com ninguém da atual gestão e não ter o famoso pistolão vi que realmente a seleção foi correta”, constatou.

Para Bianca Baleeiro, o processo transcorreu dentro da normalidade. “Em minha opinião foi na mais absoluta lisura, espero poder suprir as necessidades da população e fazer meu trabalho com total dedicação”, disse à aprovada que vai atuar no Programa Acolher. Já Marconi Brito acredita que pessoas que não tinham a qualificação exigida se sentiram no direito de protestar. “Não houve carta marcada. Estou aqui por mérito próprio”, disse.

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