Pirâmide X Marketing Multinível: Afinal, o que é legal e o que é crime?

Nos últimos dias várias empresas tiveram seus negócios travados pela justiça. A empresa de marketing multinível conhecida por Telexfree, teve suas contas bloqueadas pela e está impedida de funcionar. A Priples – empresa do mesmo ramo que atua em Pernambuco está sendo investigada pela polícia federal. Já outra, a  BBom, foi bloqueada recentemente também pela justiça por funcionar em esquema de pirâmide.

Mas o que é esquema de pirâmide e o que é marketing multinível? Vamos entender as diferenças e pontuar o que é legal e o que é considerado crime.
Pirâmide:
Num esquema conhecido como pirâmide, somente os primeiros investidores lucram. Num exemplo, o primeiro investidor, para ganhar deve recrutar mais dois, e estes dois também devem obter mais dois e assim sucessivamente. Como não há troca de produtos ou benefícios, uma hora o sistema fica insustentável e os últimos a entrarem acabam ficando no prejuízo. Isto é considerado crime.
Marketing Multinível:
No marketing multinível todos são valorizados. Ele não escolhe classes sociais. Basta apenas ter seriedade e comprometimento naquilo que faz. E um sistema que agregado a ele tem produtos para comercialização como: cursos, treinamentos, produtos para revenda e uso etc. Este é considerado legal pela justiça e muitas pessoas deixam de ganhar com ele por não saber como ele funciona.
Cuidado com empresas que prometem te deixar em casa apenas recebendo rendimentos, desconfie deste tipo de ”dinheiro fácil” e denuncie. É crescente o número de pessoas lesadas por empresas do tipo. O costureiro Rafael Silva, 24, de Caruaru, entrou em um desses esquemas e perdeu o dinheiro investido. ”De repente, a empresa que eu investia sumiu do nada. Eu coloquei quase mil reais e ainda não havia retirado meu rendimento. Antes de entrar nessas coisas, as pessoas deveriam se informar mais”. 
Por curiosidade, na semana em que o dono da Priples, o pernambucano Henrique Maciel Carmo de Lima, empresário, 27 anos, prestou depoimento a polícia, alguns investidores receberam seus primeiros investimentos.
Edição e Texto: Leonardo Santos
Fonte: Portal Mídia Urbana
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